domingo, 13 de julho de 2008

Le rock!




Feliz dia mundial do Rock! \o

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Liberté

Eu chorei quarta feira passada. Eu poderia dizer que foi uma decepção amorosa, o que de certa forma foi. Decepção, amor, mas orgulho (que só veio hoje, de fato). Perdemos a Libertadores. Pior: perdemos a Libertadores sendo o melhor time. Pior ainda: morremos na praia. Então eu chorei. Nunca antes havia chorado por futebol, nunca antes havia sofrido tanto, acompanhando jogos via internet (não consigo pela televisão), várias superstições. Mas depois do retiro da Flip (livros, livros e nada de futebol), voltando ao mundo normal, tive que encarar a notícia. Primeiro passo foi ir ao Blog do Torcedor do Globo, cujos textos sempre me emocionam e me enchem de esperança e... orgulho. Então eu lembrei de toda picuinha que envolveu o jogo, a torcida (ridícula) contra. Assim, torcer contra é normal. Mas com tanto ímpeto, bem... não. É coisa de gente burra, invejosa... digamos... flamenguista. Bernardo que me perdoe, ele é exceção desse meio - e, aliás, ser flamenguista é o pior defeito dele. Claro, existiam Vascaínos e Botafoguenses engrossando a corja, mas o flamengo dominava. Então hoje eu resolvi ver o blog do torcedor do flamengo. O do Fluminense é tão bonito e focado, que imaginei que o do flamengo (sendo escrito por um comunicador)assim fosse também. Mas não. O time já é líder do campeonato brasileiro, logo só deveria comemorar! Ao invés disso o escritor anti-profissional ao extremo perde postagens preciosas falando mal do Fluminense e enaltecendo o LDU. Oi? Se vocês não chegaram lá, não é culpa dos tricolores cariocas, viu? Acho que a gente deveria ter desenhado isso pra eles.

Fora isso, agora é avante Fluzão. E muito orgulho, mesmo.


No próximo programa: FLIP 2008 ;D


Pour écouter - Hino do Fluminense

domingo, 1 de junho de 2008

Âgés?

Várias coisas resolveram passar na minha cabecinha pra falar aqui no blog. Mas nada chamou mais a atenção do que a chamada da TV Globo pra Temperatura Máxima de hoje. [pausa pra notar os nomes de programas de filmes da Rede Globo] Por que diabos a Globo tem mania de colocar calorimetria em sua faixa de filmes? "Temperatura Máxima" "Tela Quente"... isso além dos superlativos "Supercine" "Domingo Maior" "Corujão". Salva o "Intercine". [/fim da pausa pra notar os nomes de programas de filmes da Rede Globo]O filme era "Indiana Jones e a última cruzada". Assim, não tenho vontade de ver Indiana Jones hoje, nem o de 19 anos atrás, é mt erro geográfico pra minha pobre cabeça. Teria passado despercebido não fosse o enredo "muito louco" narrado pelo locutor, dizendo que Sean Conerry era pai de Harisson Ford. Luísa faz cara de interrogação "O.o (oi?)": Sean Connery é assim mais velho que Harisson Ford? Boa e velha Wikipédia. "Harrison Ford (Chicago, 13 de julho de 1942) é um ator norte-americano." e "Sir Thomas Sean Connery (25 de Agosto de 1930, Edimburgo, Escócia) é um ator escocês famoso desde a década de 1960 por seu papel, no cinema, do agente secreto do MI-6 britânico, James Bond, criado pelo escritor Ian Fleming.". Pra início de conversa: a primeira frase da Wikipedia diz tudo. quanto mais importante você for, maior ela é. Agora, são apenas 12 anos de diferença. Sean só se fosse muito precoce, meio Anthony Kiedis - e muito bom!. Mas enfim. O que faz colocarem um James Bond pra ser pai de Indiana Jones? Indiana é ralé perto do agente 007. Mas a Wikipedia tudo explica: "Sean Connery, que interpreta o pai do personagem de Harrison Ford, é apenas doze anos mais velho que Ford. A sua presença no filme deve-se à declarada vontade frustrada de Spielberg de dirigir um filme de James Bond (que dessa forma se tornou uma espécie de "pai" de Indiana Jones).". Eu não gosto dos filmes do Spielberg, ou pelo menos os de ação ou os com o Heley Joel Osment. Mas opa, querer dirigir James Bond? Não estrague meu agente gostosão estadunidense pegador de Eva Green inimigo dos sobiéticos! Conselho de amiga cinéfila: primiero apure seu sentido geográfico, principalmente quando se trata de América Latina.

sábado, 24 de maio de 2008

La nouvelle vague de Luísa

A graça agora é fazer cinema. Por que ver somente é chato, vai. Quando se vê um Hitchcock fica-se ressabiado, claro, do tipo "Good grief! I'll never get to do something this amazing!". Quando se vê um Sangue Negro, ou pior, Onde os fracos não em vez (só citando Oscar2008), pensa-se "Good grief! That much money spend on such a bad movie! I could do better with 1/1000 of the budget!". E pensando assim, ou mais precisamente falando de algo como E o vento levou (que não é ruim, só estou situando temporariamente), os tios da Nouvelle Vague fizeram "on ne depense pas d'argent. On fait un film avec 1/1000 d'argent que vous et on va avoir du succès, certement!". Truffaut disse algo assim, e é verdade. A nova onda de Luísa é ver filmes da Nouvelle Vague ainda não vistos (I (L) Truffaut) e pensar em fazer os meus. Já fui a uma gravação semana passada pra ver como as coisas funcionam. Agora eu tenho que gravar dois "curtas" que valem nota pra faculdade, mas eles não me interessam muito (um programa sobre a ECO e um clipe dos Los Hermanos-cuja gravação talvez não conte com a minha presença, por isso não me interessando muito). Mas o que eu quero mesmo é fazer o meu programa, com as minhas idéias e ninguém pra me encher o saco de "assim, não... faz de outro jeito lá... " ou "sua idéia é boa, mas não vamos mudar a nossa".
O meu problema é que eu também quero fazer livros. E, vamos combinar, minha idéia superindependente de fazer produtos audiovisuais nunca vai dar certo, eu provavelmente vou ter que trabalhar pra alguém. Nesse caso, prefiro fazer livrinho dos outros ao invés de filminho tosco dos outros (imagina ter que ser roteirista de Caminhos do Coração!).
Por hora, a idéia é tirar 10 em linguagem audiovisual 2. Depois a gente pensa no depois...

sábado, 3 de maio de 2008

Il aura sang! ou Sang noir

Depois de mais de um mês longe de uma sala de cinema (sim, isso dói numa pessoa como eu), eis que eu retornei à casa ontem. Leia-se UFF, o melhor cinema que tem (isso porque mulheres estranhas aparecem no filme - uma foto que se perdeu entre os quadros, uma mensagem subliminar, eu diria-, filmes cuja parte de cima fica em baixo e a parte de baixo fica em cima, imagens desfocadas, som que some - e não pense que o "melhor" é uma ironia, não é. Na UFF passa filmes que só lá!).
Então eu fui ver Sangue negro. Assim, o nome em inglês era "muito mais legal que a tradução" na minha opinião. Mas assim, não é. Ou melhor: é mais legal, mas não tem muito a ver. Se fosse um filme de guerra, perfeito. No entanto é um filme sobre petróleo.
Depois que você vê muitos filmes (estadunidenses, diga-se), as coisas ficam um pouco óbvias. Sim, não me falem de novela. A diferença é que quando nossa geração começou a ver novela (nossa geração vê novela?), nossas mães já sabiam todas as possibilidades. Então é como se fosse um pacto: a gente sabe que o casalzinho vai terminar junto no fim e que o vilão vai se dar mal/se redimir. Agora, em filmes, não há esse pacto. A gente não quer o óbvio, a gente quer uma boa história, bem contada (o que pode significar muita coisa) e bem gravada. Sangue negro é o óbvio, de certa forma, tem uns clichês que podem passar despercebidos por muita gente, mas não por mim. Atenção, contém revelações do enredo. Assim, era bem claro que alguma coisa ia acontecer com a criancinha e ser um dos turning points da história. Não foi bem o que eu esperava, mas que aconteceu aconteceu. E que foi um turning point foi. Outra coisa é a mania no-jen-ta de estadunidense mostrar certas coisas. Se o cara vai morrer com uma estaca de perfuração de petróleo na cabeça, ótimo, mas você NÃO PRECISA mostrar. Mesmo. Principalmente quando a relevância na história é tão pequena. E morrer por um pino de boliche é retardado, tadinho. Ah, e obviedades/estanhices a parte, como assim nada pra Paul Dano?? ¬¬ O tiozinho (conhecido como o Nietzsce-fã daltônico de Miss Sunshine) dá um fucking show como o pastor louco (louco? hmm) da igreja equivalente a universal lá de Little Boston. Daniel Day Lewis estava ótimo também, mas assim, o Oscar não seria o mesmo mesmo, mas nenhuma indicação pra coadjuvante pra Paul Dano é ridículo. ¬¬

Ok, chega por hoje. Quero um filme europeu! \o/


quarta-feira, 5 de março de 2008

La question

To be or not to be, that's the question!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

après...

Mais tarde vai ter post. O tamanho vai depender do resultado. Existem 3 possibilidades, claro. pequeno, médio e grande.

Torçam para que seja pequeno, porque é o que eu espero.